O Dia Nacional dos Ostomizados, 16 de novembro, foi instituído pela Lei 11.506/2007, que busca combater o preconceito e a desinformação relaciona à ostomia. O procedimento cirúrgico consiste em abrir um órgão ou víscera para o meio externo, podendo ser no sistema digestório, nas vias urinárias ou respiratórias, em casos de má formação, doenças inflamatórias ou tumores que os acometam.
Pensando nisso, a Associação Nacional Movimento Ostomizado do Brasil (MOBR) lançou a campanha “Novembro Verde: Mês da Conscientização da Ostomia”, que celebra sua terceira edição neste ano de 2024. A ação objetiva trazer visibilidade para as pessoas com deficiência física ostomizadas e sensibilizar a população quanto a importância da prevenção, do tratamento e das complicações que complicam os ostomizados, garantindo seus direitos.

De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil conta com mais de 400 mil pessoas ostomizadas. O Sistema Único de Saúde realiza, em média, 13 mil procedimentos ambulatoriais por mês, seja de acompanhamento ou de fornecimento e materiais. Além disso, o SUS também é responsável pela distribuição dos equipamentos coletores e de segurança nos centros, que orientam quanto ao manuseio das bolsas de ostomia, fixadas na abertura da cirurgia e fundamentais para a autonomia dos pacientes.
Em busca da inclusão, da garantia dos direitos e da dignidade do acesso à saúde das pessoas ostomizadas, o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) apoia e divulga a 1ª Jornada Científica em Atenção às Pessoas com Ostomia e Incontinência, idealizado pela MOBR. O evento acontecerá dia 28 de novembro, no Centro de Educação Profissional de Guará Professora Teresa Ondina Maltese, em Brasília, às 8h30min, e abordará as adaptações necessárias para os pacientes, e a melhoria no padrão da assistência dada pelos profissionais de saúde.
As inscrições vão até dia 24 de novembro, através do Sympla.
Fonte: Ascom/Cofen